Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Istambul

A segunda viagem do mestrado foi Istambul. Também comprada pelo lastminute.com.

Dessa vez, por ser Stansted, então como eramos em 6, valia muito mais a pena pegar uma van do que ir com o onibus que sai de Victoria Station ou pegar o trem.
Passamos pela segurança e pela primeira vez na vida eu presenciei uma segurança muito mais pesada do que nos EUA ou em qualquer outro país da Europa. Não reviraram minhas coisas, e nem encrencarem com minha necessárie, mas com o resto do grupo, eles tiraram roupa por roupa, testaram os liquidos, ligaram máquinas digitais, abriram livros e mandaram tomar o remédio na frente do supervisor da segurança para ter certeza que ninguem era terrorista. Nessa confusão, eles informaram que a necessárie com os liquidos deveria estar fechada e teria que ter o tamanho de 20 X 20 cm. Como algumas meninas tinham uma necessarie maior do que isso, tiveram que deixar vários produtos lá. Então, é bom atentar para esse fato.

Passada a agradável experiência da segurança, o vôo estava atrasado uma hora.

Entrando no avião, me senti na antiga Transbrasil, com talheres de metal hahaha. A viagem foi bem ok. A tripulação era meio mala e mal educada, mas who cares, né? Tripulação viajando durante a madrugada deve estar bem cansada e irritada mesmo. Na hora de sair do avião, as pessoas quase passando por cima das outras, mas acho que era o desespero de sair daquele avião forno (acho que o ar condicionado tava quebrado).

Chegamos pelo aeroporto Sabiha Gökçen, que está situado na parte asiática de Istambul. O aeroporto tem poucas semanas de aberto e está literalmente na capa. Não tem nenhum caixa eletrônico. Se você teve a brilhante ideia de sacar lira turca (como nós e metade do avião), not gonna happen.

A lingua já começa a complicar, porque parece que nem todo mundo fala inglês. Então, a luta começou já na hora de pegar o taxi para ir para o hotel. Demora mais ou menos 40 minutos desse novo aeroporto para chegar perto do Grand Bazaar.

Chegando no hotel, depois de viajando em claro, descobrimos que nossa diária começaria só meio dia, então fomos passear logo.



Primeiro lugar foi a Mesquita Azul. O lugar é muito muito bonito e a moças devem usar véus cobrindo a cabeça (tem gente que não usa, mas não custa ter respeito pela crença alheia).

Depois fomos para a Hagia Sophia que é a Igreja da Divina Sabedoria. Existem elementos remanescentes da Igreja Católica Ortodoxa e do Islamismo. Eles estão reformando o centro da Igreja, mas nada que impeça o passeio. Custa 20 liras turcas para entrar.
Pedimos uma dica de restaurante para jantar para o hotel. Ressaltamos que não queríamos algo de turista. E fomos para o Hamid. Muito, muito bom. Peçam vários kebabs (com pistache, com iorgurte, de frango) e depois peçam muitas baklavas e um doce quentinho de pistache (não lembro o nome). A conta também é uma alegria. Muito barato.

Para a noite, existe uma rua, em Taskim que tem vários bares e baladas. Fomos no 360 que é um bar que dá uma visão 360 do alto da cidade. Vale a pena ir com a carteira recheada, porque um jantar chega às 200 liras turcas.

No segundo dia, fizemos o palácio Topkapi, que era a residência dos sultões até quase 1900. O lugar é enorme e demora muito para conhecer tudo (reserve a manhã e o começo da tarde). Para entrar, custa 20 liras turcas. Então, pegue o seu audioguide (custa 10 liras turcas, mas vale a pena) e se joga.
Depois, tem o Harém, que é dentro do palácio, mas você precisa pagar extra. 15 liras turcas. Lá era a residência das mulheres do rei (rainha, concubinas, escravas, mãe, etc) e dos principes (até os 16 anos). A arquitetura é bem bonita, vale a pena ver.
Passado o momento cultura, fomos para o momento alimentação. Comemos uns crepes e depois fomos para uma casa de doces. Peçam todos com um chá de maça. Vou ficar devendo os nomes dos dois restaurantes.

A noite, como pedimos outra dica ao pessoal do hotel, acho que eles entenderam que queríamos um lugar de turista, porque nunca tomamos uma manta assim. A van veio buscar a gente e fomos para um lugar meio na costa. Chegando lá, os precinhos salgados e as porções pequenas. Para finalizar a noite, uns músicos só pararam de tocar do nosso lado, quando demos 10 liras turcas...
Último dia, foi destinado para ir ao Grand Bazaar e almoçar no Hamid (muito kebab) de novo. O Grand Bazaar é um lugar coberto, cheio de ruas de pedestres com várias lojas (de jóias, pashminas, pratinhos, comidas, etc). Você vai tomar uma manta, eventualmente. Fomos para a loja de comidinhas, para levar uns doces turcos, e olha, compramos uns horrorosos hahaha que nada se parecem com o que tinhamos comido. Depois o tal chá de maça, é em pó. Horrível!!!

Mas, no final, a viagem foi muito legal e valeu a pena ter conhecido um pouco de Istambul!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

se estamos na europa...

... o melhor a fazer é viajar!!!


Bem, normalmente, quem faz um LLM na Europa tem esse bonus maravilhoso de estar na Europa já (e não gastar fortunas para vir do Brasil para cá), correto?

Depois de estudar bastante a semana inteira (afinal, vc está gastando uma fortuna para vir e ESTUDAR), dá super para viajar e cada final de semana conhecer uma cidade.

Se você é acostumado a viajar com uma mala enorme, e gosta de despachar, é melhor repensar (depois conto da experiência em Istambul). Faça o check-in online (que é mais moleza que sentar em pudim), leve uma mala micro (afinal vc não mora na cidade e não é estrela de cinema que não repete roupa) e que seja cabin size.

Mesmo a British Airways tem aquele molde onde vc precisa colocar a mala e ver se sua malinha meiga pode ir dentro do avião, quem dirá as low costs da vida. Então, economia na mala, porque é um final de semana só. Muita atenção com os líquidos (depois conto da experiência em Istambul 2). A regra é uma necessarie transparente 20 cm x 20 cm com potinhos com menos de 100 ml.

Bon voyage!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

beauty moment

Esse post é para as moças! Tem uma coisa que me faz amar muito essa cidade: a Boots!

Eu amo como aqui tem a variedade de tudo que as moças amam: maquiagem, coisinhas para o banho, creminhos, maquiagens, esmaltes, produtinhos de cabelo e afins! E na Boots é onde o paraíso da beleza está encarnado. Nem menciono que em Oxford Street tem uma mega loja da Boots, porque eu evito muito passar lá por perto, porém, em qualquer esquina você vai encontrar essa farmácia-paraíso. Tudo que no Brasil tem pouco e caro, aqui tem variedade e as coisas são muito em conta (mesmo fazendo a conversão da libra).

Para melhorar (ou piorar) minha vida, tem uma Boots na estação de metro perto da minha casa. Ou seja, tenho que passar correndo para não entrar e ver o que tem de novo.

Além da variedade das coisas, lá tem uma coisa que eu amo muito muito. Coisinhas em tamanho viagem, que servem para provar os produtos! Não é super chato quando você compra um shampoo ou algo assim que você não conhece e ai usa, e odeia? Ai você já gastou uma fortuna, e vai ficar com aquele desperdicio. Pois bem, tem várias coisas em tamanhos mini para você provar.

Hoje, depois de correr a semana inteira da Boots, eu passei por lá, porque precisava comprar um shampoo que deixe o cabelo normal (a água daqui dá uma mudada no cabelo, sei lá o que acontece). Então, comprei uns pequenininhos da Toni&Guy para provar (1,95 pounds cada) e ver se dão conta do recado! Olha que fofos (comprei também o Cutex (1,99 pound, eu acho), que é óootimo para tirar esmalte e não é igual a acetona lixo que usamos no Brasil hahaha)!!!


Sijoguem na Boots. Mas com a moderação de uma estudante contida, viu?!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

transport

Quando chegar em Londres, compre logo o 7-day pass (tube e bus). É a melhor dica. Você vai pagar 25,80 libras, e poderá andar de metro e de onibus pelas zonas 1-2, enquanto seu passe de estudante não fica pronto.
O passe mensal para estudantes (que vc pode colocar no oyster card) demora para ser feito, porque a sua universidade ou colégio precisa dar a autorização para emitir o passe. Esse student oyster vem com sua fotografia (pode recortar de alguma fotografia sua, não precisa ser 3x4 simples), e chega pelo correio. Aqui também você precisa de um cartão de crédito ou débito do UK.

hsbc - parte dois!

Para pagar as coisas, precisamos de dinheiro, certo? Pois bem, além de precisar de dinheiro, aqui, no UK, para certas coisas, você precisa ter um cartão de crédito ou de débito do UK (por exemplo, celular!).
Cheguei e fui logo no HSBC abrir a minha conta por aqui. Em quase todas as agências (branches), existe uma parte do HSBC Premier. Fui até lá e marcaram um horário para que eu voltasse e conversasse com alguém sobre a abertura da minha conta. Pediram só meu nome e o nome da minha gerente no Brasil.
Quando voltei, fui atendida por uma moça muito simpática. Sem comprovante de residência, ela abriu minha conta e me deu um cartão de crédito. Não sei se simpatizou comigo, mas o normal é ter um cartão de crédito após 6 meses de conta no UK. Mesmo que você não tenha comprovante ou algo assim, acho que vale a pena ir lá conversar com a gerente para saber o que precisa ser apresentado para a conta no UK. Depois da conta aberta, você pode vincular as contas do Brasil e UK pelo Globalview.
Excelente serviço! Por enquanto, eu recomendo!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

smooth arrival!

Bem, antes de contar sobre tudo que está acontecendo nesses primeiros dias em Londres, preciso dizer como foi a viagem e algumas dicas.

Fui para Londres sem 1 libra em cash sequer. Acreditei que trocaria no aeroporto de Heathrow. Mas, em Guarulhos, resolvi pegar alguns trocados. Achei o serviço do Bradesco de cambio bem bom. É no terminal 2, salvo engano, e quem tem Bradesco Prime ou American Express Platinum tem 1% de desconto no valor do cambio. Ponto pra eles. O valor do cambio estava relativamente baixo, mas nada que se compare a fazer uma transferencia da sua conta do Brasil no HSBC pra conta da Inglaterra.

Amo a TAM, mas o serviço estava terrível. Quando vim para Londres ano passado, o serviço foi surreal e tive um dos mais agradáveis voos. Paciência.

A alfandega foi tranquila porque tenho passaporte italiano. Quem é considerado europeu não precisa preencher o papel que a tripulação distribui no avião. Nem avisaram isso para mim, só fui saber depois de preencher tudo e entregar para o funcionário da alfandega.

Pegar a mala foi suplício. As esteiras de Heathrow são inclinadas e as malas de cima ficam impossíveis de pegar. Arrume um coleguinha do lado pra ajudar!

Pegamos um transito razoável para chegar no flat em Chelsea. A vizinhança é uma graça e o clima é o melhor possível.

Nada se compara a chegar em casa e tomar um banho decente e colocar uma roupa limpa, depois de quase 1 dia de viagem.
Cheers!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

bank account

Não sei se já falei aqui sobre isso, mas é uma coisa muito importante para quem vai morar fora: conta no banco.
A não ser que vc seja uma pessoa LOUCA que quer levar seu dinheiro todo num saquinho (e depois colocar no colchão hahahaha), vc tem que ter uma conta no país onde morará. Não adianta nem pensar em sacar dinheiro com o seu cartão internacional ou "diretamente" da sua conta no Brasil. Eles cobram taxas, além do cambio maluco (4% aprox. do valor sacado).
O jeito mesmo é abrir uma conta por lá, ou fazer como eu fiz.
Achei mais fácil abrir a conta no HSBC Premier. Considerando que para o visto para a Inglaterra, você precisa demonstrar que tem todo o dinheiro para viver 1 ano e pagar o curso, você facilmente estará habilitado para ser um HSBC Premier (veja aqui ).
Agora, vamos aos benefícios: eles ajudam (transferem toda a documentação) na abertura da sua conta no HSBC Premier na Inglaterra, os cartões de crédito te levam a salas VIP, e o atendimento é Premier em todo o mundo (agência mais agradável, muitos gerentes, etc).
Por enquanto, está tudo certo e não tenho nada a reclamar. E não, não estou ganhando jabá do HSBC hahaha

quinta-feira, 2 de abril de 2009

torcida

Olha, confesso. Não é nem um pouco fácil largar tudo literalmente e ir pra Inglaterra ficar estudando por 1 ano, sem trabalhar, sem tirar 1 real ou libra do seu suor.
Ainda mais quando se pensa que o mundo passa por uma crise e que o meu dinheiro é real e eu vou gastar em libra ("quem converte, não se diverte" ganha uma nova dimensão).
Até eu receber a oferta era tudo alegria e apreensão. Vou passar? Não vou passar? Dinheiro? Trabalho? Apto? Eletrodomésticos, etc? Depois que recebi a oferta, vi que a situação é real, e que eu vou "ter" que ir mesmo. Ai vem o novo desespero: dinheiro. Dinheiro pra usar lá, dinheiro quando voltar.
Ainda não sei o que vai acontecer no meu trabalho. Não sei se a vaga vai ficar aqui me esperando, se quando voltar eu conseguirei um emprego e tal.
Ouvi algumas pessoas falando comigo que teve gente que demorou anos (1 ano e meio, 2) para conseguir um emprego novo, porque diziam que a pessoa era overqualified.
Essa torcida eu não quero. Sinceramente.