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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Franca e Italia

Vou colocar umas dicas e fotos das viagens. Fiquei viajando 10 dias com minha mae pela Franca e Italia. Comprei tudo pelo lastminute (fora as passagens da Easyjet, Ryanair e Eurostar) e continuo achando precos otimos no site!

Primeira parada: Paris, la ville lumiere (a cidade luz)
(a torre!!!)

Fomos de Eurostar. Eu estou ficando convencida que 'e a melhor forma de ir para Paris. Primeiro, porque vc sai de Londres e em 2 horas esta' na Gare du Nord. Mais facil que isso, so' dois disso...
O hotel foi um no Marais. Nao recomendo, porque apesar de ser Marais, a rua era um pouco escura e nao dava para ficar andando a noite... Na proxima vez, acho que ficar em St. Germain des Pres ou na Place de La Republique sera uma escolha melhor e mais "movimentada"

Aquele programa turistao foi o escolhido! Paris em 3 dias! Louvre, D'orsay e L'orangerie, Torre Eiffel, Notre Dame, Sacre-couer, Jardin du Luxembourg, Palais Royal, Arc du Triomphe, etc etc. A cidade 'e linda, tem milhoes de coisas para ver...
Minhas dicas serao iguais a de todas as pessoas que vao para Paris, entao deixo a sabedoria popular dominar!


(as janelinhas com as telinhas!)

(o Rio Garonne)

A cidade 'e basicamente universitaria. Muito jovem para todos os lados e 'e uma graca. A arquitetura 'e bem interessante: as casas dos ricos (na epoca em que Toulouse produzia e vendia uma tinta azul para toda a Europa) tinha uma torre (meio arrendondada). Aparentemente eles queriam mostrar que poderiam ter castelos e nao serem nobres, so' ricos! Outra coisa legal e' uma telinha na parte de cima das janelas, para proteger do sol, de varios modelos.
Tem que ir: na creperia perto da Basilique de St. Sernin, Cornouailles e andar nas margens do Rio Garonne.

Terceiro destino: Chateauneuf du pape

Saimos de Toulouse de carro e pegamos a autoestrada ate Chateauneuf. No meio do caminho, paramos em Carcassone, uma cidade medieval bem legal.
(Carcassone!)

Chateauneuf em si, nao tem nada, so vinhedos, castelos e tal, mas as cidadezinhas provencais proximas sao bem legais de se visitar: Gordes, Les baux de Provence, St. Remy de Provence, Roussillon, Fontaines-de-Vaucluse...Tudo isso vale a pena ver!

Destino final: Firenze
(Piazza della Signoria!)
Antes de mais nada, disclaimer. NAO VAO DE TREM PARA FIRENZE!! Alias, nao usem trem na Italia. Toda vez eu passo por otimos bocados, e sempre esqueco de como 'e ruim pegar trem na Italia. 'E melhor ir de carro, jegue, aviao, barco, disco voador, MENOS trem. Dessa vez, demorei somente 12 horas para fazer o trajeto Ventimiglia-Firenze (aprox. 300 kilometros!).

Deixando isso de lado, vamos ao que importa. Eu amo a Italia, mas honestamente, odeio quando chego la'. A dicotomia, acho, 'e o que deixa tudo mais legal. Minha unica dica e': nao deixe de tomar sorvete na cidade, e nem de comer no Le Mossacce. Depois de ficar 2 horas na fila do Uffizi e tentar entender a logica da visitacao no Palazzo Pitti, comida fiorentina e sorvete sao necessarios. Passe a mao no focinho do porquinho, just in case, que fica perto da Piazza del Granduca, porque depois de comer no Le Mossacce, voce tera que voltar a Firenze.

(Il porcellino!)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Bruxelas e Brugges

Com certo delay, conto da minha viagem pra Bélgica. Num momento "Então é Natal....", rumamos para Bruxelas e Brugges para uma viagem de 2 dias.
Fomos de Eurostar. Melhor coisa do mundo (ignorando a história da neve agora), porque você não precisa ficar horas antes indo para aeroporto.

Mal chegamos em Bruxelas (carinhosamente apelidada de Bruxélis - Mussum feelings) e já pegamos o trem para Brugges.

Todas empolgadas, compramos um bilhete de ônibus para ir ao centro. Sério, vão andando, é meio ridiculo porque demora 5 minutos hahaha. O centro é fofo, mas acho que milhares de pessoas tiveram a mesma idéia de visitar a cidade no findi. Muitas moules et frites, waffles belgas, chocolates e caminhadas depois, voltamos para Bruxélis.


No outro dia, fizemos um city tour (daqueles hop on hop off), porque chovia canivete, e ventava Twister style. Depois, fomos atrás do Mannekin Pis. Sério, fiquei revoltada que aquela micro estátua fajuta é famosa. E pior, eles colocam sempre roupas cafonas nele. Odiei hahahah.


Ultima rodada pelo tal do Christmas Market (motivo da nossa ida à Bruxélis). Sem graça, sabe? Umas barraquinhas, comidinhas, e muita muita muita gente. Preferi o do Hyde Park.

O highlight da noite foi a apresentação na Grand Place, com luzes e músicas. Amei muito! O museu da cidade (também na Grand Place) não é de se jogar fora!

Bicester Village

Tive uma epifania em Madrid quando percebi que não há lugar como Londres para fazer compra (objetivamente falando, porque subjetivamente, estudante não pode comprar NADA!).

Não é que Londres seja melhor que EUA, quando se trata de outlet, maaaas dá pro gasto. Aqui perto de Londres, na região de Oxfordshire, tem o Bicester Village (serviço de utilidade pública: pronuncia Bister haha).

Ele fica perto de Oxford e você pega o trem da estação de Marylebone. Custa aprox. 24 pounds a passagem de trem (ida e volta), mais a tal da van (que leva da estação de Bicester Village para o outlet), que custa uns 5 pounds. Demora quase duas horas para chegar.

As marcas famosas estão lá: Versace, Valentino, Gucci, Tod's, Dior, Vivienne Westwood, Dior, Burberry, Diesel, Seven for Mankind, L.K Bennett, Mulberry, Le Creuset, L'occitane, Samsonite, Calvin Klein, Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, DKNY, Furla, Jimmy Choo, Karen Miller, Emporio Armani, Bally, Salvatore Ferragamo, Cath Kidston, Luella, Puma, etc...

Para comer, tem o Carluccio e o Pret-à-manger. Devem ter outros, mas eu não reparei. Sempre tem fila, então, prepare a fome.

Dicas:
- vá o mais cedo possível. Quanto mais tarde, mais cheio, mais bagunçado.
- não vá embora no último horário. O último bus que sai para a estação é exatamente na mesma hora que o outlet fecha. Normalmente a fila é gigantesca e o frio, imperdoável.
- não entre na Ralph Lauren e Tommy Hilfiger. Os preços são muitissimos mais caros do que nos EUA. Nem vale a pena entrar e passar raiva.
- prepare-se para a quantidade de gente que está na Burberry.
- nem se coçe para entrar na Gucci. Eles colocam uma fila na porta, mas dentro não tem nada que não tenha cara de falsificação da 25 de março.
Vale para quem quer comprar coisas pontuais e não mora super longe (como o meu caso), mas não é um "passeio" que deve ser considerado por todos.
Boas compras!

UPDATE!!!!! Peça a passagem de trem para Bicester Village (tem vários destinos que param na estação Bicester North, que é a estação em que você pega a van). Não se pode esquecer (nem perder) o bilhete de trem, senão, não volta!! hahaha

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Oxford

Há três semanas fomos passear em Oxford, para visitar uma amiga que está sendo torturada, ops, estudando em Oxford.

A cidade fica a mais ou menos 2 horas de Londres (de trem), e é uma graça.

Estava mais frio que em Londres, mas foi muito agradável o passeio.

Dicas de passeio:

-os colleges da Universidade de Oxford são, na maior parte deles, muito muito bonitos. Alguns você consegue entrar, mas a maioria depende de você conhecer alguém do college para pode entrar.

-o Jamie's Italian - a comida é uma delícia, assim como o ambiente descolado. Não fazem reserva no domingo, mas não há problema de espera. Coma o tagliateli truffado. Muito bom e tem um preço ótimo. Deixe para comer a sobremesa no Ben's Cookies ou na Pastisserie Valerie.

- Vá à torre da University Church of St. Mary the Virgin. Custa 3 pounds, e dá pra ver Oxford de cima. Cuidado com a subida e descida. A escada é precária e apertada. A vista faz valer o esforço. O vento, não.

(vista da torre)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Istambul

A segunda viagem do mestrado foi Istambul. Também comprada pelo lastminute.com.

Dessa vez, por ser Stansted, então como eramos em 6, valia muito mais a pena pegar uma van do que ir com o onibus que sai de Victoria Station ou pegar o trem.
Passamos pela segurança e pela primeira vez na vida eu presenciei uma segurança muito mais pesada do que nos EUA ou em qualquer outro país da Europa. Não reviraram minhas coisas, e nem encrencarem com minha necessárie, mas com o resto do grupo, eles tiraram roupa por roupa, testaram os liquidos, ligaram máquinas digitais, abriram livros e mandaram tomar o remédio na frente do supervisor da segurança para ter certeza que ninguem era terrorista. Nessa confusão, eles informaram que a necessárie com os liquidos deveria estar fechada e teria que ter o tamanho de 20 X 20 cm. Como algumas meninas tinham uma necessarie maior do que isso, tiveram que deixar vários produtos lá. Então, é bom atentar para esse fato.

Passada a agradável experiência da segurança, o vôo estava atrasado uma hora.

Entrando no avião, me senti na antiga Transbrasil, com talheres de metal hahaha. A viagem foi bem ok. A tripulação era meio mala e mal educada, mas who cares, né? Tripulação viajando durante a madrugada deve estar bem cansada e irritada mesmo. Na hora de sair do avião, as pessoas quase passando por cima das outras, mas acho que era o desespero de sair daquele avião forno (acho que o ar condicionado tava quebrado).

Chegamos pelo aeroporto Sabiha Gökçen, que está situado na parte asiática de Istambul. O aeroporto tem poucas semanas de aberto e está literalmente na capa. Não tem nenhum caixa eletrônico. Se você teve a brilhante ideia de sacar lira turca (como nós e metade do avião), not gonna happen.

A lingua já começa a complicar, porque parece que nem todo mundo fala inglês. Então, a luta começou já na hora de pegar o taxi para ir para o hotel. Demora mais ou menos 40 minutos desse novo aeroporto para chegar perto do Grand Bazaar.

Chegando no hotel, depois de viajando em claro, descobrimos que nossa diária começaria só meio dia, então fomos passear logo.



Primeiro lugar foi a Mesquita Azul. O lugar é muito muito bonito e a moças devem usar véus cobrindo a cabeça (tem gente que não usa, mas não custa ter respeito pela crença alheia).

Depois fomos para a Hagia Sophia que é a Igreja da Divina Sabedoria. Existem elementos remanescentes da Igreja Católica Ortodoxa e do Islamismo. Eles estão reformando o centro da Igreja, mas nada que impeça o passeio. Custa 20 liras turcas para entrar.
Pedimos uma dica de restaurante para jantar para o hotel. Ressaltamos que não queríamos algo de turista. E fomos para o Hamid. Muito, muito bom. Peçam vários kebabs (com pistache, com iorgurte, de frango) e depois peçam muitas baklavas e um doce quentinho de pistache (não lembro o nome). A conta também é uma alegria. Muito barato.

Para a noite, existe uma rua, em Taskim que tem vários bares e baladas. Fomos no 360 que é um bar que dá uma visão 360 do alto da cidade. Vale a pena ir com a carteira recheada, porque um jantar chega às 200 liras turcas.

No segundo dia, fizemos o palácio Topkapi, que era a residência dos sultões até quase 1900. O lugar é enorme e demora muito para conhecer tudo (reserve a manhã e o começo da tarde). Para entrar, custa 20 liras turcas. Então, pegue o seu audioguide (custa 10 liras turcas, mas vale a pena) e se joga.
Depois, tem o Harém, que é dentro do palácio, mas você precisa pagar extra. 15 liras turcas. Lá era a residência das mulheres do rei (rainha, concubinas, escravas, mãe, etc) e dos principes (até os 16 anos). A arquitetura é bem bonita, vale a pena ver.
Passado o momento cultura, fomos para o momento alimentação. Comemos uns crepes e depois fomos para uma casa de doces. Peçam todos com um chá de maça. Vou ficar devendo os nomes dos dois restaurantes.

A noite, como pedimos outra dica ao pessoal do hotel, acho que eles entenderam que queríamos um lugar de turista, porque nunca tomamos uma manta assim. A van veio buscar a gente e fomos para um lugar meio na costa. Chegando lá, os precinhos salgados e as porções pequenas. Para finalizar a noite, uns músicos só pararam de tocar do nosso lado, quando demos 10 liras turcas...
Último dia, foi destinado para ir ao Grand Bazaar e almoçar no Hamid (muito kebab) de novo. O Grand Bazaar é um lugar coberto, cheio de ruas de pedestres com várias lojas (de jóias, pashminas, pratinhos, comidas, etc). Você vai tomar uma manta, eventualmente. Fomos para a loja de comidinhas, para levar uns doces turcos, e olha, compramos uns horrorosos hahaha que nada se parecem com o que tinhamos comido. Depois o tal chá de maça, é em pó. Horrível!!!

Mas, no final, a viagem foi muito legal e valeu a pena ter conhecido um pouco de Istambul!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

madrid

Primeira viagem de muitas que virão (aeeeee!).
Comprei o pacote (hotel + avião) no lastminute.com.

Para ir para o Heathrow, eu fui de metro (linha Piccadilly). Super tranquilo, se você estiver com uma mala pequenina (cabin size mesmo). O precinho é camarada, acho que foi 4 pounds. O trajeto até o meu terminal em Heathrow demorou aprox. 40/45 min. Dá pra ir estudando, ouvindo música, cochilando ou conversando com o calega, né?

Chegando em Madrid, com muita fome, fomos procurar um lugar pra comer. Como Londres, não existem muitos restaurantes e bares que ficam abertos até tarde. Então o jeito foi comer no VIPS.

Como o ritmo é frenético e JK (2 anos em 2 dias), os passeios tem que ser bem organizados e não podemos perder tempo. Fomos de metro até a Plaza de España. De lá para o Senado e Palacio Real. Fizemos todo o palácio real, e depois a igreja que que tem ao lado (vou ficar devendo o nome haha) e lá, você pode subir na cúpula e dá para ver a cidade inteira. Depois, Plaza Mayor, Mercado de San Miguel, Puerta del Sol e finalizando no Museo del Prado. No domingo foi Parque del Buen Retiro, o restaurante Teatriz (antigo Teatro Beatriz) e passear na Gran Via.
Minhas dicas:

- café Delic (Costanilla San Andrés 14): ambiente ótimo e super vale o corpo a corpo para pedir um café e uma torta. Melhor espresso que tomei. Valeu uma boa gorjeta para o barista.


- Mercado de San Miguel: Tipo um Borough Market menor mas com muita coisa boa. Não recomendo ir de barriga vazia porque você pode querer avançar em tudo que vê pela frente (e tem muiiiiita coisa para comer!).



- peregrinação na noite madrileña: tem que sair pelos bares de tapas, experimentando todas as tapas possíveis e imagináveis. Depois, tem vários bares e baladinhas no decorrer da noite e tem lugares que começam a bombar às 3 ou às 5 da manhã. Lembrando que a noite de Madrid começa cedo, mas não necessariamente termina cedo.


Ah, não vão no restaurante Extremadura, na Calle de la Libertad. Serviço lixo, cabelo na comida e muito caro. Vão no Bazaar, na mesma rua que é MIL VEZES MELHOR, oquei?


España, qué Guay!

se estamos na europa...

... o melhor a fazer é viajar!!!


Bem, normalmente, quem faz um LLM na Europa tem esse bonus maravilhoso de estar na Europa já (e não gastar fortunas para vir do Brasil para cá), correto?

Depois de estudar bastante a semana inteira (afinal, vc está gastando uma fortuna para vir e ESTUDAR), dá super para viajar e cada final de semana conhecer uma cidade.

Se você é acostumado a viajar com uma mala enorme, e gosta de despachar, é melhor repensar (depois conto da experiência em Istambul). Faça o check-in online (que é mais moleza que sentar em pudim), leve uma mala micro (afinal vc não mora na cidade e não é estrela de cinema que não repete roupa) e que seja cabin size.

Mesmo a British Airways tem aquele molde onde vc precisa colocar a mala e ver se sua malinha meiga pode ir dentro do avião, quem dirá as low costs da vida. Então, economia na mala, porque é um final de semana só. Muita atenção com os líquidos (depois conto da experiência em Istambul 2). A regra é uma necessarie transparente 20 cm x 20 cm com potinhos com menos de 100 ml.

Bon voyage!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

travelling without moving...

Bem, na verdade, o post é só porque eu estava ouvindo Jamiroquai (Jay Kay, me liga? beijo). Para quem está na Europa, o melhor a se fazer é viajar, certo?

Então, seguem uns sites bons para procurar city breaks, holidays e afins (não vou colocar todos existente, porque o google tá ai para isso):
- Expedia
- Lastminute
- Ryanair
- Easyjet

Se procurar direitinho, existem pacotes de aprox. 100 pounds que incluem tax, hotel e passagem de avião, para 2 noites. Praga, Madrid, Istambul, Amsterdã, aqui vamos nós!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

smooth arrival!

Bem, antes de contar sobre tudo que está acontecendo nesses primeiros dias em Londres, preciso dizer como foi a viagem e algumas dicas.

Fui para Londres sem 1 libra em cash sequer. Acreditei que trocaria no aeroporto de Heathrow. Mas, em Guarulhos, resolvi pegar alguns trocados. Achei o serviço do Bradesco de cambio bem bom. É no terminal 2, salvo engano, e quem tem Bradesco Prime ou American Express Platinum tem 1% de desconto no valor do cambio. Ponto pra eles. O valor do cambio estava relativamente baixo, mas nada que se compare a fazer uma transferencia da sua conta do Brasil no HSBC pra conta da Inglaterra.

Amo a TAM, mas o serviço estava terrível. Quando vim para Londres ano passado, o serviço foi surreal e tive um dos mais agradáveis voos. Paciência.

A alfandega foi tranquila porque tenho passaporte italiano. Quem é considerado europeu não precisa preencher o papel que a tripulação distribui no avião. Nem avisaram isso para mim, só fui saber depois de preencher tudo e entregar para o funcionário da alfandega.

Pegar a mala foi suplício. As esteiras de Heathrow são inclinadas e as malas de cima ficam impossíveis de pegar. Arrume um coleguinha do lado pra ajudar!

Pegamos um transito razoável para chegar no flat em Chelsea. A vizinhança é uma graça e o clima é o melhor possível.

Nada se compara a chegar em casa e tomar um banho decente e colocar uma roupa limpa, depois de quase 1 dia de viagem.
Cheers!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

It's packing time!


A hora de partir vai chegando e, depois de pago o curso, passagem comprada, tudo certo, é a hora de separar e arrumar tudo que deve ser levado.

Roupas e sapatos

Gente, não vou dar dicas de arrumar a mala. Cada um tem que levar o suficiente para não precisar comprar tudo por lá, mas que não seja muito, porque não o espaço é módico.

A dica é separar as coisas que pretende levar e colocar na cama para visualizar o todo. Não se intimide com a grande quantidade de coisas que você vai separar. Ai, tira as coisas que você não vai usar muito (porque amassa muito, é difícil de lavar, a cor é muito berrante ou é dificil de combinar com o resto das coisas). No final do processo, menos da metade você vai colocar na mala mesmo.

Lembrando que, diferente do Brasil (em grande parte), todos os lugares tem aquecimento, então não adianta ficar levando oito mil coisas de lã, e não levar nada fresco para colocar debaixo do casaco. O esquema "camadas" é sempre eficaz.

Ah, para as meninas: calcinhas na Terra da Rainha não são como as brasileiras. Eu já suspeitava, e li nesses dias um blog que falava que lá tem as famosas fio-dental ou aquele caleçon da vovó (oi, Bridget Jones?). Então, moçoilas, levem todas as calcinhas do Brasil. Mais barato, mais fácil.

Última coisa: franquia de bagagem. Normalmente, os vôos internacionais têm uma franquia de 2 malas de 32 ks. É bom verificar junto a companhia quanto você pode levar.

Nécessaire

Muita gente já chegou num lugar esperando comprar tudo. Eu já fiz isso uma vez, e fiquei 2 semanas com o cabelo igual ao da Monica Geller nas Bahamas (umidade é o terror). Por isso, eu gosto de levar as minhas coisas, e depois, com o tempo, comprar o que funciona para mim. Por isso a dica é levar tudo que vai usar, pelo menos no começo.

Remédios também são boas coisas para levar. Eu vou levar os que mais uso, e, se forem controlados, é bom levar com as receitas.

Tenho uma amiga que já disse que tem que trazer absorvente do Brasil, porque na Europa os absorventes são tão finos que não seguram fluxo nenhum. Fica a dica.

Guloseimas

Não é a coisa mais acertada, mas quem quiser levar alimentos, antes de se jogar, é bom olhar no site do Defra.

Documentos

Hora de separar a offer letter (no meu caso), passaportes, carteira nacional (dá pra usar lá, post abaixo), cartões de crédito. Eu fiz uma coisa muito útil em caso de perda, roubo ou impossibilidade de levar algum documento original: Google Docs. É só escanear o documento e passar pro Google Docs, e ai você pode acessar o documento em qualquer lugar pela internet.

Essas são as dicas que eu acho importantes para quem viaja. Aceito sugestões!!!

sábado, 12 de setembro de 2009

driving miss daisy

A vida anda corrida nessas últimas semanas no Brasil. Em 11 dias eu embarco e, enquanto faço exames, vou em médicos, tomo vacinas (isso doeu, viu?! Aliás, ainda estou com o braço doendo, haha), estou arrumando um tempo para achar meus documentos (detalhe: quase perdi meus passaportes e a carta da offer da uni), e para emitir a carteira de motorista internacional. Como me ajudaram muito em relação a isso, eu repasso a ajuda aqui:

Primeiramente, não existe uma carteira de motorista internacional. O que é emitido pelos Departamentos de Trânsito no Brasil é uma Permissão Internacional para Dirigir. Esse documento é emitido em várias línguas (para facilitar o seu entendimento de quem for ler/avaliar a documentação). Ele não é obrigatório e nem é necessário. É recomendável porque facilita em caso de acidentes, de locação de carros, e em fiscalizações.

Em razão da Convenção de Viena sobre Tráfego Rodoviário (que o Brasil é signatário), a carteira de habilitação nacional emitida por aqui é válida em 130 países. Obviamente que, como todo turista, você vai andar não só com a carteira de motorista, mas também com o passaporte, então, se precisar, tem que mostrar os dois documentos.

Eu fui ver aqui no Detran do Espírito Santo sobre a Permissão Internacional. Quase 170 reais e demora 5 dias úteis para ficar pronta. Se não vou precisar dela mesmo, não vou fazer.

Ah, lembrando que na Espanha, não dá pra usar a carteira de habilitação nacional! O jeito é andar de trem/carona/avião!